
06/03/2008
Inspire respire transpire
Malhação intermitente
Segundo novo estudo, quem pára de se exercitar pode ganhar mais peso do que o que foi perdido durante a atividade; praticar algo que dê prazer ajuda a manter assiduidade
JULLIANE SILVEIRA
DA REPORTAGEM LOCAL
Os dias mais quentes ficam para trás e aumentam as camadas de roupa para esconder o corpo. Esta parece ser a época certa para pensar em deixar a academia de lado, depois de uma temporada de exercícios intensos para exibir um corpo em ordem no verão. Pelo menos é o que mostram os números: em três grandes redes de academias de São Paulo consultadas pela Folha, o período com menor procura e maior desistência de alunos começa no final deste mês e segue outono e inverno adentro.
O problema, alerta uma pesquisa divulgada em fevereiro pelo "American College of Sports Medicine", é que a fase de parada favorece um ganho de peso maior do que o perdido durante a prática esportiva. "As pessoas deveriam ter em mente que os benefícios do exercício não são um depósito de banco. O que afeta a saúde é o que fazem hoje, e não o que costumavam fazer", alerta o pesquisador Paul Williams, do departamento de ciências da vida do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia (EUA).
Ele avaliou, durante sete anos, 17.280 homens e 5.970 mulheres. Concluiu que aqueles que corriam pequenas distâncias (até oito quilômetros por semana) estavam mais sujeitos a ganhar peso quando pararam do que os que se exercitavam mais. "Não sabemos ao certo quanto tempo de parada levaria ao ganho de peso. Eu imagino que de seis meses a um ano", disse Williams à Folha.
O estudo mostra ainda que a diminuição nas distâncias da corrida causa ganhos significativos de peso em todos os níveis, mas o aumento na balança é progressivamente maior à medida que o corredor se aproxima do sedentarismo. Especialistas brasileiros acreditam que o aumento de peso pode ser explicado pelos hábitos alimentares adquiridos durante a prática dos exercícios. "A pessoa se propõe a nadar três vezes por semana e, por conta disso, passa a ingerir mais calorias. Então, pára de freqüentar, não diminui a ingestão de comida e adquire quilos extras", diz a endocrinologista Zuleika Halpern, uma das diretoras do departamento de obesidade da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).
Para Williams, medir a ingestão calórica com a precisão necessária para computá-la em ganho ou perda de peso é difícil -o dado não foi considerado na pesquisa. "Provavelmente, parte do peso adquirido corresponde à compensação, pela dieta, da energia gasta ao começar a se exercitar."
Isso ocorre porque, em geral, quanto menos uma pessoa se exercita, menos se compromete com a atividade e tem menos disposição para fazer compensações (como diminuir a ingestão calórica) a fim de evitar ganhos de peso, se parar de praticá-la. É a explicação do fisiologista do exercício Turíbio Leite Barros Neto, coordenador do Cemafe (Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). "É uma questão comportamental. Ela não se envolve tanto na atividade e fica mais próxima de desequilibrar a relação gasto/ingestão de calorias."
Em contrapartida, muitas pessoas assumem metas irreais no verão, com dietas extremamente restritivas e exercícios vigorosos demais, difíceis de manter por muito tempo. Quando deixam de lado ambas as "estratégias", tendem a relaxar demais e voltam a se alimentar como antes.
Além disso, diz o médico, tudo o que o corpo reconhece como estímulo é usado para desencadear um mecanismo adaptativo, o que acontece também com o gasto de calorias: o indivíduo ativo terá maior consumo energético do que o sedentário. Em suma, quem possui mais massa magra tem um consumo maior de calorias por quilo de peso do que o indivíduo com mais tecido gorduroso. E a vida sedentária ajuda na diminuição da massa muscular e no aumento da gordura corporal, uma vez que músculos são bastante flexíveis -da mesma forma que aumentam quando estimulados, diminuem se não são exercitados.
Articulações
Além da dificuldade para manter o peso, o exercício intermitente também oferece outros riscos, como a sobrecarga das articulações e dos tendões. O problema, na verdade, está em acreditar que, mesmo se exercitando somente em algumas fases da vida, o condicionamento físico se mantém.
"Quem faz atividade física e pára é, de fato, um sedentário", alerta o ortopedista Ricardo Cury, diretor do Comitê de Cirurgia do Joelho da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia). E, quando volta a praticar exercícios, tem os riscos de um inativo, como o maior potencial de lesões. "O mais lamentável é que esse indivíduo perde os benefícios da atividade física em relação à capacidade cardiorrespiratória, ao controle de pressão arterial e de glicemia e à obesidade. E, quando quer tirar o atraso, algo típico do pré-verão, muitas vezes com tempo insuficiente para adquirir condicionamento, pode ter problemas ortopédicos, como inflamação nos tendões", diz.
Com esse hábito, o organismo acaba sofrendo agressões em vez de criar um mecanismo de adaptação progressivo e de manutenção. Isso sem falar nos riscos de morte súbita por excesso de esforço do coração, já conhecidos. "O aluno acha que está adaptado porque treinou um tempo na academia, mas parou ou freqüenta irregularmente. Quando volta, quer seguir o treino de antes, mas precisa necessariamente de uma readaptação", diz Mauro Cardaci, coordenador da musculação da rede de academias Fórmula.
Isso acontece porque, no Brasil, a atividade física ainda é vista pelos praticantes com fins puramente estéticos, e não como estilo saudável de vida, justifica o diretor técnico da rede Bioritmo, Saturno de Souza. "Menos de 2% dos brasileiros praticam sistematicamente algum esporte e muitos buscam resultados rapidamente sem entender que os de médio e longo prazos são muito maiores: força muscular, resistência e melhora do sistema cardiovascular."
Para os que se preocupam com a beleza, o hábito de se exercitar irregularmente também traz prejuízos estéticos: o vai-e-vem de peso pode causar pele e músculos flácidos. "O problema é o efeito rebote, que é mais forte com o passar do tempo, uma vez que a massa muscular diminui com o passar dos verões e é mais difícil correr atrás do prejuízo da parada", explica Barros Neto.
Gostar para não deixar
A empresária Maria Ines Moane, 40, passou por diversas academias durante dez anos, sem se fixar em nenhum tipo de exercício. "Não gostava de nada, não me sentia motivada, mesmo ganhando peso entre uma atividade e outra ", conta. Há quatro anos, experimentou aulas de danças étnicas, que pratica até hoje. "Não queria só malhar, queria me alongar, me aproximar dos colegas. Para mim, o bom da dança é a interatividade." Agora, ela freqüenta o estúdio três vezes por semana, durante uma hora e meia.
Maria Ines percebeu que o mais importante para mantê-la assídua era ter empatia com o exercício. O que deu certo. "O melhor exercício é o de que se gosta e isso é muito pessoal, tem a ver com a personalidade, o que pode ser decisivo para o aluno persistir ou não", diz Mauro Guiselini, diretor do Instituto Runner de Pesquisa.
Para o fisiologista Turíbio Leite Barros Neto, aliar exercícios e prazer é a saída para se exercitar ano após ano. "Manter um nível de atividade sem desacelerar é muito difícil. Por isso, é preciso buscar uma rotina agradável, não encarar como obrigação, mas sim como fonte de prazer."
Márcio Mancini, endocrinologista e presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), concorda: "O indivíduo não deve buscar soluções radicais, mas, sim, conseguir se imaginar praticando aquela atividade daqui a dez anos".
É assim que o analista de sistemas André Pasqualini, 33, pensa ao pedalar 26 km por dia para ir e voltar do trabalho. Ele, que não conseguia passar mais de três meses na academia por falta de tempo e pelo "tédio", emagreceu dez quilos após adotar a bicicleta como meio de transporte. "Não faço restrição alimentar nenhuma e mantenho meu peso. Se tenho boa saúde, devo à bicicleta." Ele ainda criou um site para trocar informações sobre ciclismo e participa todo mês da Bicicletada, um evento que reúne ciclistas para pedalar à noite em São Paulo.
O ideal é experimentar diferentes atividades, buscar informações sobre os benefícios e tolerar as etapas necessárias para começar a enxergá-los. Essa era a principal dificuldade da administradora Renata Leal Costa, 37, que não tinha disciplina e desistia de malhar antes de perceber as mudanças em seu corpo. "Quando me permiti ficar mais tempo na academia, comecei a gostar, ver que não era tão difícil. Fiquei viciada, pois me alimento e durmo melhor", diz ela, que conta com a ajuda de uma personal trainer para variar os exercícios e estimulá-la nos "dias de preguiça".
"É até uma questão de química cerebral, em um processo complexo que envolve as endorfinas, hormônios do prazer: quem vibra quando faz exercícios e se sente recompensado tem a atividade mais facilmente incorporada à rotina e dificilmente vai parar", afirma Barros Neto.
É lindo ver uma mulher correndo. Não se trata só do prazer estético: a presença feminina nas corridas de rua, nos treinos em praças, nas maratonas e nas competições diz que nossa sociedade está ficando um pouquinho melhor, menos repressora, menos discriminatória. Pode não ser boa, pode estar longe do ideal, mas é melhor do que já foi.
Na França, o voto feminino foi permitido na década de 1940. Em 1975, as suecas conquistaram o elementar direito ao aborto. Mas só em 1984 a maratona olímpica foi aberta à presença feminina.
Os Estados Unidos, terra de homens livres, como diz seu hino, foram palco de ridícula perseguição em 1967, quando um diretor da tradicional maratona de Boston tentou impedir, pela força, a participação de Kathrine Switzer, primeira mulher regularmente inscrita a completar aquela prova.
Ainda hoje, as barreiras caem vagarosamente -literalmente também, pois somente nas Olimpíadas de Pequim, em agosto próximo, será inaugurada a prova de 3.000 m com barreiras para mulheres (em Jogos Pan-Americanos, a estréia foi no Rio, no ano passado).
Mesmo onde a corrida é orgulho nacional, como no Quênia, que tem dado ao mundo algumas das mais talentosas e elegantes corredoras da história -a ex-recordista mundial Catherine Ndereba é só um dos exemplos-, a discriminação entrava o progresso.
Não só por parte de eventuais dirigentes machistas, que buscam favores sexuais das atletas, mas também pela própria tradição do país, segundo uma das primeiras maratonistas olímpicas quenianas, Lydia Stephens-Okech, contou à Reuters.
"As famílias deveriam permitir que as meninas fossem educadas. Muitos pais querem apenas que suas filhas se casem. É uma vergonha se uma garota não se casa."
"Vai lavar louça! Vai pilotar fogão!", gritavam para Angélica de Almeida, primeira brasileira a participar de um mundial de maratonas, quando ela treinava nas ruas de São Paulo, no final da década de 80. Nas competições, não raro sofria empurrões e cotoveladas de homens que não admitiam sofrer a competição feminina (leia entrevista no blog).
Hoje, as coisas são diferentes. Nos EUA, cerca de 40% dos maratonistas são mulheres -a presença caiu um pouquinho de 2005 para 2007, mas demonstra o poderio feminino. No Brasil, a Corpore, uma das principais organizadoras de corridas do país, contabilizou 37% de mulheres em seu quadro. E proliferam as corridas exclusivamente femininas. Que elas corram livres.

"Correr melhora a autoconfiança e alivia bastante o excesso de foco da sociedade moderna na 'beleza externa'. Na corrida, você pode estar suada, fedorenta, com o nariz escorrendo e a maquiagem derretendo, e há homens e mulheres que a amam mesmo assim e até a abraçam apertado quando você cruza a linha de chegada."
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Roberta
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UPDATE
Acabei de chegar da academia. Fiz somente aula de running hoje. Aliás, uma aula "meia-boca", já que corro muito pouco...mas valeu a pena!
Descobri que estava na TPM, por isso os "pensamentos obscuros" descritos no post anterior, além de saber de um fato que me desagradou imensamente.
Voltando ao que interessa, a professora de hoje é super legal e disse que eu preciso fortalecer os músculos inferiores prá conseguir correr...a sorte é que eu tinha pedido mesmo pro rapaz que montou meu treino novo, direcionar para um corredor iniciante.
Já dois professores me disseram que esse treinador é um dos melhores da academia...êbaaaaa!
Amanhã tem combat e treino dos músculos inferiores...não sei se vou agüentar, mas tenho que tentar, né?
Quinta-feira vou aumentar os pesos dos membros superiores, pois achei o treino muito fraco...nem senti dor na 1ª vez!
Agradeço de coração o apoio da blogosfera, mas eu não aumentei os músculos não, gente...foram 3 cm de cintura e as roupas estão todas apertadas. Foi aumento de "banha mole" mesmo...rs
Mas eu vou reagir. Prefiro um overtraining a manter essa "borracharia" que não me pertence. [Brincadeirinha]
Mudando de assunto, estava vendo meu horóscopo de março, vejam:
Libra (23/9 a 22/10) - ROMÂNTICA - A libriana compromissada pode investir no romance: caminhada à noite seguida de brigadeiro de colher é uma ótima combinação. Desimpedida? Fique esperta com o saradão que acabou de conhecer. Em compensação, não há motivo prá desconfiar de certo amigo.
Depois da guloseima citada, é melhor estar desimpedida mesmo, não acham? rs
Pessoal, começou a maratona de IRPF, e como vocês já sabem, eu dou uma sumidinha nessa época...mas tentarei vir pelo menos quinzenalmente, ok?
Abaixo as fotos prometidas, tanto dos meus novos "brinquedos", quanto do "relógio fashion" que eu mencionei:
Beijinhos a todos e obrigada pelos elogios e pelo carinho...
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Roberta
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21h43
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04/03/2008

BODY COMBAT
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Roberta
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Nome: Patrícia Roberta
Idade: 33 anos
Cidade: Franco da Rocha/SP
Signo: Libra (04/10)
Estado civil: Solteira
Formação: Bacharel em Ciências Contábeis; pós-graduanda em Administração de RH
Ocupação: Supervisora administrativa de uma empresa de pequeno porte há 16 anos
Altura: 1,63 m
Peso Inicial: 73 Kg (Março/2005)
Peso Atual: 64,9 Kg
IMC Atual: 24,49 (NORMAL - iuuuuupiiiiiii!!!)
Meta: 57 Kg
.::MINHAS FOTOS::.
Objetivo: Emagrecimento saudável e definitivo (mas nada impede que eu fale sobre qualquer assunto no MEU blog!)
Ferramentas utilizadas: Dieta ortomolecular/tipo sangüíneo; exercícios aeróbicos 4 vezes por semana e musculação 3 vezes por semana; BLOG (Utilizei medicamentos de 10/2007 a 01/2008)
Maiores desafios: me livrar das crises depressivas; deixar de "comer" emoções; "emagrecer" a cabeça; manter o peso após alcançar a meta
Maiores incentivadores: Minha mãe (que prepara as minhas refeições), minha colega Mara (que indicou o tratamento feito por ela); Maria Augusta (minha médica que tem toda a paciência do mundo comigo); minha terapeuta Lia (que me ouve e não me julga pelas minhas "esquisitices"); minha dermatologista/amiga Célia (que me ouve, me aconselha, me deixa menos feia, eleva meu astral!); meus patrõezinhos queridos (que agüentam cada uma de mim, e além disso me avisam quando começo a "relaxar" com meu corpo!); minhas amigas/amigos blogueiros light (sem comentários...essa "tchurma" levanta até defunto!!!rs)
Obs.: Não considero nenhum alimento PROIBIDO, mas evito o leite e seus derivados, pois descobri que não são bem digeridos pelo meu organismo; não como muita carne vermelha, até por não fazer questão; evito frituras, mas como quando me dá vontade; como pouco sal por ser hipertensa, e quase não utilizo adoçante, por ter acostumado ao sabor dos alimentos ao natural; Adoro chocolate e doces em geral, essa é minha principal tentação, principalmente na TPM.
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- Pesagens - |
| 11/03/2005 - 73,000
Kg
17/03/2005 - 72,800 Kg 24/03/2005 - 70,600 Kg 31/03/2005 - 69,800 Kg 07/04/2005 - 68,500 Kg 11/04/2005 - 67,700 Kg 18/04/2005 - 66,400 Kg 25/04/2005 - 65,400 Kg 02/05/2005 - 63,500 Kg 11/05/2005 - 63,900 Kg 17/05/2005 - 62,900 Kg 25/05/2005 - 62,300 Kg 01/06/2005 - 61,700 Kg 07/06/2005 - 61,700 Kg 13/06/2005 - 63,000 Kg 20/06/2005 - 63,000 Kg 27/06/2005 - 61,900 Kg 04/07/2005 - 61,700 Kg 11/07/2005 - 62,000 Kg 18/07/2005 - 61,200 Kg 25/07/2005 - 62,300 Kg 01/08/2005 - 61,000 Kg 08/08/2005 - 62,500 Kg 15/08/2005 - 61,800 Kg 22/08/2005 - 62,500 Kg 29/08/2005 - 61,100 Kg 05/09/2005 - 60,500 Kg 12/09/2005 - 61,900 Kg 19/09/2005 - 62,300 Kg 26/09/2005 - 63,700 Kg 03/10/2005 - 62,100 Kg 10/10/2005 - 61,900 Kg 24/10/2005 - 63,000 Kg 07/11/2005 - 62,100 Kg 14/11/2005 - 63,500 Kg 28/11/2005 - 65,900 Kg 05/12/2005 - 65,000 Kg 12/12/2005 - 64,100 Kg 19/12/2005 - 65,300 Kg 26/12/2005 - 65,300 Kg 02/01/2006 - 64,300 Kg 09/01/2006 - 63,300 Kg 16/01/2006 - 63,900 Kg 23/01/2006 - 63,000 Kg 30/01/2006 - 62,400 Kg 06/02/2006 - 62,500 Kg 06/03/2006 - 59,500 Kg 20/03/2006 - 59,000 Kg 27/03/2006 - 58,000 Kg 12/06/2006 - 60,600 Kg 19/06/2006 - 59,700 Kg 15/08/2006 - 62,000 Kg 25/09/2006 - 62,400 Kg 30/10/2006 - 62,100 Kg 04/12/2006 - 65,000 Kg 11/12/2006 - 65,800 Kg 18/12/2006 - 64,000 Kg 23/12/2006 - 65,500 Kg 02/01/2007 - 66,100 Kg 09/01/2007 - 64,800 Kg 15/01/2007 - 66,500 Kg 29/01/2007 - 67,700 Kg 05/02/2007 - 66,900 Kg 16/02/2007 - 66,500 Kg 26/02/2007 - 64,600 Kg 05/03/2007 - 64,100 Kg 19/03/2007 - 63,800 Kg 26/03/2007 - 63,900 Kg 31/03/2007 - 63,600 Kg 28/04/2007 - 65,500 Kg 05/05/2007 - 64,500 Kg 01/07/2007 - 64,200 Kg 08/07/2007 - 63,100 Kg 15/07/2007 - 63,700 Kg 22/07/2007 - 64,300 Kg 10/10/2007 - 66,000 Kg 03/01/2008 - 66,000 Kg 18/01/2008 - 65,800 Kg 01/02/2008 - 66,200 Kg 06/02/2008 - 66,300 Kg 08/02/2008 - 66,900 Kg 13/02/2008 - 68,300 Kg 18/02/2008 - 66,500 Kg 25/02/2008 - 67,900 Kg 10/03/2008 - 67,300 Kg 24/03/2008 - 66,700 Kg 31/03/2008 - 64,900 Kg |
"Uma longa viagem começa com um único passo..."
(Lao-Tsé)

"Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é querer que o outro não tenha!"
(Zuenir Ventura)

Início:15/01/2007
Término:12/10/2009
1.Fazer financiamento ou consórcio de uma casa ou apartamento[Jan/2008]
2.Morar sozinha
3.Ter um animal de estimação
4.Eliminar ao menos 300g por semana até atingir minha meta
5.Fazer uma lipoaspiração
6.Pesar 57 Kg e me manter nesse peso até o final do projeto
7. Vender minha esteira